23 de fevereiro de 2018

The Good Place [Netflix]





The Good Place é uma série criada por Michael Schur e exibida nos Estados Unidos pela NBC desde 19 de Setembro de 2016. A série estreou na Netflix em 21 de Setembro com episódios semanais e possui duas temporadas completas e já foi renovada para uma terceira.


Eleanor Shellstrop (Kristen Bell) acorda e descobre que morreu e que está em uma “vida após a morte”. Michael (Ted Danson), seu mentor explica que ela está em um “Lugar Bom” devido suas boas ações, por ter sido uma boa pessoa, ajudado ao próximo, e isso lhe deu o direito de viver nesse lugar que poderia ser considerado um “paraíso”. Mas ela percebe que há algo errado, pois, ela foi uma pessoa exatamente o oposto do que Michel estava dizendo.



Quando Michael a leva para conhecer a vizinhança e sua nova casa, ela percebe que realmente houve um grande engano, mas resolve não contar nada e aproveitar esse “Lugar Bom”. Contudo, após a sua chegada alguns problemas acontecem, e ela percebe que é por conta de sua presença lá. Eleonor, então, resolve manter segredo e tentar ajustar-se ao lugar. Ela conhece Chidi Anagonye (William Jackson Harper), Tahani Al-Jamil (Jameela Jamil) e Jianyu Li (Manny Jacinto). Janet (D’Arcy Carden) é a assistente de Michel, é como um sistema operacional com formato de mulher onipresente, ao chamá-la pelo nome ela surge do nada e atende todos os pedidos, até os mais estranhos.

Essa é o tipo de série que você acaba não dando atenção quando está navegando pelo catálogo da Netflix, mas eu considero uma das melhores séries de comédia que está disponível no serviço. No começo parece tudo muito normal, tudo muito certo e, até certo ponto, clichê demais. Mas em determinado momento da série você é arrebatado por um plot twist que deixa alguns segundos pensando. Depois disso a série encorpa, torna-se ainda maior.



Chidi é um professor de filosofia, cheio de problemas existenciais e dúvidas. Sem dizer o alto grau de indecisão. Tahani é uma indiana de origem nobre, que sempre teve tudo do bom e do melhor, mas não recebia todo reconhecimento de sua família. Jianyu é um monge tibetano que fez voto de silêncio. No Lugar Bom, cada pessoa tem seu parceiro e Eleonor fica com Chidi, enquanto Tahani e Jianyu forma outro casal. Mas não vá achando que tudo é tão certinho assim. As aparências enganam, e muito.


O legal da série é que você acaba não esperando muito dela, parece como uma sitcom como qualquer uma. Mas depois de alguns episódios você percebe que não é apenas isso. A série é engraçadas sem ser exagerada, há ótimas piadas no tempo certo, Janet é um alívio cômico - se é que posso dizer isso em uma comédia - sensacional, é impossível você não querer ter uma para você. Os diálogos são ótimos, bem feitos, os atores tem uma ótima interação entre eles e acaba parecendo que estão muito bem a vontade uns com outros.

Há questões filosóficas que são debatidas, dilemas pessoais, críticas que são colocadas de forma engraçada que nem parece que o assunto é tão sério. Crescimento pessoal, o que fazemos na nossa vida que pode refletir em nossa personalidade e futuro, entre outras coisas.

Com certeza é uma série que merece ser apreciada, agora as duas primeiras temporadas estão disponíveis, cada episódio tem cerca de vinte e cinco minutos, e eu duvido que você não veja uns três ou quatro seguidos. Eu fiz isso quando comecei e depois ficava ansioso esperando sair um novo episódio - apesar de gostar desse formato semanal, mas quando a série é boa queremos ver vários de uma vez. 




Se, por acaso, estiver passeando pelo catálogo sem saber o que assistir, dê uma olhada em The Good Place, pelo menos os primeiros episódios e depois vem aqui ou vá no nosso Instagram contar o que achou e, então, você vai entender a imagem abaixo. Ok?



16 de novembro de 2017

1922 - [Filme Netflix]



Um homem entra num de hotel. Aparência cansada, ele se certifica de não estar ouvindo barulhos. Vai até a escrivaninha, então começa a escrever:


“À quem possa interessar. Meu nome é Winferd Leland James. E esta é minha confissão”.

12 de setembro de 2017

Pílulas Azuis [HQ]



Sempre ouço falarem que “se tiver que ser, vai ser” e coisas do tipo. Uns chamam de destino, acaso, ou algum outro nome. Não sei como chamar, não acredito muito em “destino” ou que temos nossos rumos traçados. Mas um dia, Frederik Peeters conhece uma bela moça, Cati, e algo dentro dele despertou. Mas, por “conveniência do destino” eles acabaram se distanciando, se encontrando esporadicamente. Ele com sua vida e ela com a dela. Até que um dia essas vidas acabam se cruzando novamente. E, quanto tudo estava encaminhando para o tipo de história que já conhecemos, ela revela ser portadora do o vírus HIV


Imagine-se no lugar do Fred, amigo(a) leitor(a). Muita coisa passou pela mente dele em poucos segundos. Ele poderia ter ido embora, deixá-la para trás. Mas não foi o que ele fez, ele ficou, assumindo que ela era a mulher de sua vida. E, a partir disso, amigo(a), temos uma bela história de amor moderna. 



Frederik faz uma narrativa tranquila, mas com muitas questões e questionamentos interessantes. A morte é algo que sempre o norteia, mas ele começa a vê-la de outra maneira. Não é um relacionamento fácil, podemos imaginar isso. São medicamentos, visitas ao médico, dúvidas e medos, às vezes muitos medos. Mesmo ele nos mostrando alguns momentos com certo desespero, na maioria das vezes ele se mantém calmo, tentando ser o contraponto na relação, o porto seguro, aquele que Cati poderia ter certeza com quem contar. 

Alguns pontos interessantes são mostrados, como a relação com amigos e familiares e o avanço do tratamento do HIV. Eu fiquei surpreso ao saber algumas coisas, eu tenho uma boa base de informação à respeito dessa doença. E fiquei feliz com essas surpresas. 



Pílulas Azuis é um conto de fadas moderno, uma história de amor muito bonita e bem contada, e não só amor homem e mulher, o “amor sexual”, mas um amor maior, um sentimento mais amplo e abrangente. Uma história que faz você suspirar ao final da leitura. Leitura essa que fiz em apenas uma tarde, de tão fácil e interessante é a narrativa. Pílulas Azuis merece ser lida por todos, uma história que precisa ser compartilhada, que nos mostra o lado bom da vida mesmo com tantas dificuldades. 




Pílulas Azuis


Frederik Peeters
Editora Nemo
206 páginas







3 de agosto de 2017

Dunkirk - Filme



Maio de 1940, Dunquerque (Dunkirk), França. Tropas nazistas avançam ao norte do território francês cercando milhares de soldados, na sua maioria ingleses e franceses, alguns belgas e holandeses em Dunkirk.

5 de junho de 2017

Mulher-Maravilha 2017



O ano é 1975, o dia é 7 de Novembro. Nesse dia, lá nos Estados Unidos estreia a série televisiva da Mulher-Maravilha, protagonizada por Linda Carter. Essa série seguiu até 11 de Setembro de 1979, totalizando 59 episódios. E até hoje é cultuada pelos fãs. Eu nasci em 1977, e viu ver essa série nos idos dos anos 80, quando passou aqui no Brasil, e adorava e lembro de bem de como era ver uma heroína na tevê. 

Linda Carter
Em 2011 uma nova tentativa de levar a Mulher-Maravilha à tevê falhou e a série não passou de um piloto que ao menos foi veiculado (saiba mais aqui). O que era euforia dos fãs, se transformou em decepção. Até que quem 2015 anunciaram um longa para nossa heroína. Mas como base em todos os filmes da DC/Warner até então, a desconfiança tomou conta. Mas chegamos em 2017 (e eu também) e tivemos a oportunidade de assistir ao tão esperado longa da Mulher-Maravilha.

20 de maio de 2017

Chewinig Gum - Série Netflix


Sabe quando você conhece uma pessoa , fica meio com receio, acha tudo meio estranho, mas depois quer conhecê-la melhor? Foi isso que senti com a Tracey de Chewing Gum.

Chewinig Gum é uma série britânica de 2015, escrita e protagonizada por Michaela Coel (Tracey), disponibilizada pela Netflix. Até o momento são duas temporadas de seis episódios com cerca de 23min cada. O elenco conta com Robert Lonsdale (Connor), Danielle Isaie (Candice), Susie Wokoma (Cynthia), Shala Adewusi (Joy) e Kadiff Kirman (Aaron).

28 de abril de 2017

Girlboss - Série Netflix



Série da Netflix baseado no livro homônimo sobre a vida de Sophia Amoruso que mostra a criação de um dos maiores impérios de e-commerce fashion (pelo menos foi o que eu pesquisei), o NastGal.com e tem Charlize Theron na equipe de produção. 

5 de abril de 2017

13 Reasons Why - Vídeo do canal

1 de abril de 2017

13 Reasons Why - Série Netflix


Esse texto é colaboração de Anna Bandera, do site Dots Lovers, e você também pode encontrá-la no Instagram @annakdots. Valeu, Anna!

A trágica história de Hannah Becker (Katherine Langford). A garota que se suicidou, deixando uma lista para trás. Uma lista de treze motivos, uma lista de treze“culpados”. Treze mensagens que mudarão vidas para sempre, incluindo a de Clay Jensen (Dylan Minnette), nosso segundo narrador, além de Hannah.

27 de março de 2017

Felipe Neto - Minha Vida Não Faz Sentido





Um canal de sucesso no Youtube, um livro e uma peça de teatro que durou uma longa temporada. “Minha Vida Não Faz Sentido” encerra com um especial para o Netflix e traz de volta Felipe Neto ao serviço de streaming.

21 de março de 2017

Nebraska - Dica Netflix



Dentre tantos medos que possuo, um deles é ficar velho. Ou melhor, idoso. Acredito que tenho mais medo disso do que da morte. Não se espante ou não me leve a mal. Mas é que só de pensar em alguém vivendo exclusivamente para mim, tendo que deixar sua vida para me socorrer em horas impróprias me assusta um pouco. no livro Guerra do Velho, quando um idoso chega aos 75 anos (se não me engano) ele se alista em uma força de defesa e deixa o planeta Terra. Seu passado é apagado com ose tivesse morrido. Já vi outras obras que abordam esse assunto, depois de certa idade são levados para um local isolado, como se fosse uma comunidade ou algo assim. É, eu sei que você ai está pensando que eu sou estranho ou algo assim. Ou até mesmo que eu seja egoísta. Mas será que o egoísmo não é privar outros da própria vida para cuidar única e exclusivamente de você? 

18 de março de 2017

Desde Aquele Dia - Humberto Gessinger



E o que era um texto para Instagram acabou ficando maior que o previsto, e como textão no Facebook é crime... Vamos ao bom e velho blog, não é mesmo?
Mas antes de continuar, siga o Foi Pra Estante no Instagram e curta no Facebook, ok? Valeu!

Ah, e caso goste do conteúdo, não esqueça de espalhar a palavra.

Ontem (17/03) foi o lançamento da nova turnê do Humberto Gessinger, Desde Aquele Dia, em comemoração aos 30 anos do lp A Revolta dos Dândis. Esse show foi transmitido na íntegra e ao vivo pelo canal BIS direto do Viva Rio, no Rio de Janeiro.

6 de março de 2017

Já Não Me Sinto Em Casa Nesse Mundo [Filme Netflix]



Para poder funcionar, a sociedade, precisa de regras e leis. Isso é fato. Mesmo que muitos achem que não, essa é uma verdade absoluta (ou não). Mas sempre existem aqueles que não seguem essas regras ou leis. Seja por se acharem superiores aos outros, por achar que ninguém deve dizer o que ele pode ou não, não sei. Por algum motivo essas pessoas não gosta ou não se importam em seguir as regras. E isso vem crescendo de forma exponencial. 

2 de março de 2017

Logan - Vídeo sobre o filme




Será que Logan é realmente aquilo que estávamos esperando?
Clique abaixo para assistir ao vídeo sobre o filme.

9 de fevereiro de 2017

Powerless (DC) - Série


Contém Spoilers

Powerless é a primeira série de "comédia" do Universo DC que é transmitida na NBC americana. Com Vanessa Hudgens (Emily Locke), Dany Pudi (Teddy), Christina Kirk (Jackie), Ron Funches (Ron) e Alan Tudyk (Van Wayne). 

Coloquei "comédia" - entre aspas - pelo simples fato de não ter achado graça em nada no primeiro episódio. Muito pelo contrário, achei muito do chato. Único destaque vai para a abertura que é muito legal, onde aparecem principais heróis da DC (em comics), no mais parece ser uma série genérica com personagens genéricos e estereotipados. Se o intuito do episódio piloto é fazer você se interessar pela série, esse não funcionou comigo, mas - sempre tem um - por se passar no Universo DC e ter os personagens (mesmo que mencionados várias vezes), pode ser que faça alguma ligação com outra série ou filme. "Pode ser". Até então parece-me que são apenas cinco episódios de uns 25 minutos, então tá para acompanhar mesmo não sendo lá essas coisas. 

Raposa Escarlate salvando o dia
Emily Clark (Vanessa Hudgens) vai trabalhar em uma das empresas Wayne em Charm City, uma cidade acostumada com super-vilões e super-heróis (me lembrou um pouco os quadrinhos Astro City). Ela se empolga ao ver uma luta entre Jack O' Lantern e Raposa Escarlate (acho que é esse o nome), enquanto as outras pessoas bocejavam ou mexiam em seus celulares. 

Emily é o tipo de pessoa empolgada que vê esperança tem tudo, tenta sempre motivar à todos e carrega como um manual um livro escrito por Bruce Wayne. Sério... Bruce Wayne escreveu um livro com muitas frases motivacionais. A empresa que ela vai trabalhar cria sistemas e aparelhos de segurança para as pessoas, e é comandada por Van Wayne, primo de Bruce (outro "sério?", Bruce tem um primo) mas que anda mal das pernas por não criarem nada de "útil". O único objetivo de Van é ir para Gotham City. Ele não está nem ai para sua empresa nem para seus funcionários. É ai que entra Emily. Sendo a quinta opção de uma lista de candidatos ela tem a missão de fazer com que Van vá para Gotham. Isso mesmo. Ele diz que a missão dela é essa. 

Sim, essas caras que eu fiz enquanto assistia
Mas inesperadamente Van recebe uma ligação de seu primo, Bruce, dizendo que essa subsidiária será fechada e todos funcionários demitidos. Emily, então, vê uma chance de sucesso e tenta algo para que a empresa não seja fechada, mesmo sem nenhum apoio de sua "equipe". Em uma conversa despretensiosa com Jackie (assistente de Van), ela tem a ideia de um aparelho que pode não salvar, mas adiar o fechamento da empresa. Então ela pede ajuda à sua equipe e de um dia para o outro eles criam um aparelho que detecta o odor de Jack O' Lantern, o super-vilão, dando tempo para que as pessoas possam fugir. O aparelho é aceito por Bruce Wayne e a empresa é salva, por enquanto. 
No dia seguinte o noticiário mostra a prisão do Coringa que foi feita pelo Batman que usou um aparelho que detectou o odor dele (!!!). A única coisa que os membros da equipe falam é que o Batman tem um aparelho igual ao deles e que seria muito legal se eles trabalhassem para o Batman. 

Posso estar pegando pesado, ou algo do tipo, mas realmente achei muito fraco e chato esse primeiro episódio, mas como falei, vou tentar acompanhar pelo fato de ser e estar no Universo DC. Mas se continuar nesse ritmo, acredito que não vá durar muito. Vai ter que melhorar muito para surpreender.


4 de fevereiro de 2017

Santa Clarita Diet - Série Netflix


Entrou na Netflix, dia 03 de Fevereiro, a série Santa Clarita Diet que tem no elenco Drew Barrymore e Timothy Olyphant. Série que mostra a vida de um casal classe média normal, mas tem sua vida virada ao avesso depois de um mal estar súbito de Sheila (Drew Barrymore). Toda rotina e tranquilidade do casal acaba de uma hora para outra.

O texto abaixo pode (e provavelmente terá) ter spoilers.